Convidades

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Alderon Costa

Alderon é formado em Filosofia e em Comunicação Social, com especialização em Jornalismo. Fez Especialização em Comunicação Social, pela Universidade Politécnica Salesiana do Equador, e em Mobilização de Recursos para o 3º Setor, pela ONG Procura – México, conveniada a Universidade de Indiana (The Fund Raising School). Atuou como editor do Jornal “O Trecheiro”, como coordenador de projetos da Associação Rede Rua e como fotógrafo. É, ainda, sócio-fundador da Organização Civil de Ação Social (OCAS), que produz a revista de rua “Ocas”. Atualmente exerce o segundo mandato enquanto Ouvidor-Geral da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

ALI PRANDO

Blogger pelo Disco Punisher, portal de entrevistas, cultura queer e cultura POP, é produtor cultural e pesquisador pelo CNPq com a temática de gênero e identidades dissidentes. Fez parte dos grupos de Filosofia Feminista e Filosofia Contemporânea organizados pelo Espaço Revista Cult, através da filósofa Marcia Tiburi.

AÍLA

Nascida na Terra Firme, bairro da periferia de Belém, Aíla é um dos principais nomes contemporâneos da música produzida no Brasil. É cantora, é compositora, é inquieta. O novo disco da artista, “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, lançado pelo edital Natura Musical, tem pegada “artivista” e discute temas urgentes, como feminismo, questões de gênero, assédio, intolerância e resistência. Neste trabalho, Aíla investe em uma sonoridade pop, dançante, que flerta com as distorções do rock e ao mesmo tempo com os beats eletrônicos, reflexo também da conexão Belém, cidade de origem da cantora, e São Paulo, onde reside hoje. O disco traz canções próprias e de parceiros, como Dona Onete, além de uma inédita de Chico César, e entrou nas principais listas de melhores do ano. O show é nervoso e já passou por palcos emblemáticos, como Circo Voador (RJ) e Coala Festival (SP).

AÍSHA MBIKILA

Performer, Bailarina, Apresentadora e produtora de vídeo clips. Atualmente estuda Atuação na SP Escola de Teatro.

ALEXANDRE RABELO

Escritor LGBT premiado com o livro ‘Nicotina Zero’, publicado pela hoo editora, roteirista, graduando em Letras e História pela Universidade de São Paulo. Foi responsável pelo espetáculo homoerótico ‘Anatomia do Fauno’ apresentado pelo Festival Mix Brasil.

ALEXANDRE PEIXE

Escritor LGBT premiado com o livro ‘Nicotina Zero’, publicado pela hoo editora, roteirista, graduando em Letras e História pela Universidade de São Paulo. Foi responsável pelo espetáculo homoerótico ‘Anatomia do Fauno’ apresentado pelo Festival Mix Brasil.

Ana Carolina Martins

Formada em marketing, atua como facilitadora de grupos e indivíduos em processos de desenvolvimento humano, se aprofunda em temas como psicanálise, micropolíticas urbanas e educomunicação. Mulher negra, nascida no Capão Redondo idealizou o projeto audiovisual Visionários da Quebrada, documentário, onde histórias dão acesso a uma nova narrativa que potencializa os saberes das periferias, revelando a potência de pessoas extraordinárias na construção de suas comunidades.

ANA LIMA CECILIO

É formada em Filosofia, pela USP, e trabalha no mercado editorial há 13 anos. Vive em São Paulo e é editora freelancer.

ANABELA GONÇALVES

Educadora, mobilizadora cultural de ações periféricas… Participante de diversos coletivos e mobilizadora de ações locais. Trabalhos na área de juventude, gênero e infância, acredita na interdisciplinaridade das questões sociais , onde como socióloga elabora sua atuação e trocas coletivas.

ANDRÉ FISCHER

Criador do Festival MixBrasil de Cultura da Diversidade (1993-), General Manager Hornet Networks Brasil (2017-). Editor do portal MixBrasil (1994-2014), publisher das revistas Junior e H (2007-2015), apresentador e roteirista do Cine MixBrasil no Canal Brasil/Globosat (2007-2014), âncora do CBN MixBrasil (2011-2014), colunista do MTV Notícias (2009-2012) e da Folha de S. Paulo (1996-2006). Colaborador de diversas publicações internacionais direcionadas ao público LGBT. Cinco livros publicados pela Ediouro e Ed. Jaboticaba, curador e jurado em vários festivals de cinema no Brasil e no exterior. Palestrante e consultor sobre assuntos ligados à temática da Diversidade.

Amara Moira

Travesti, doutoranda em teoria literária pela Unicamp, feminista e militante dos direitos de LGBTs e de profissionais do sexo. Ela é também autora do livro “E se eu fosse puta” (hoo editora) e colunista da Mídia Ninja.

Amiel Vieira

Educador do [SSEX BBOX]. Amiel Vieira é homem trans, sociólogo e intersexo. Mestre em Ciências Humanas e sociais pela UFABC  é também militante independente e professor  que procura fazer da sua história de vida motor da militância em prol dos intersexos brasileiros.exo.

ARETHA SADICK

Kuir, Transviada e Drag Queen ‘Aretha Sadick’ é uma multiartista que usa as artes visuais, performance e música eletrônica como plataformas para falar de suas experiências e questionamentos como corpo/pessoa negra na sociedade. Participou de debates, residências artísticas fora do país, desfiles, editoriais e dirige seu programa sobre moda e música na plataforma ‘Drag-se’ no youtube. Masculinidade e Feminilidade e tudo o que está ‘Entre’ são elementos para o seu trabalho.

Aruã Siqueira Torres

Autônomo no comércio de alimentos investindo no sistema de agricultura orgânica e identifica-se como assexual arromântico. Participou de vários encontros presenciais do grupo de assexualidades e apoia muito a visibilidade dessa diversidade.

Asaph Luccas

Artista, ilustrador e realizador de cinema independente, abordando temáticas de gênero, sexualidade e representatividade de identidades negras e LGBT através de seus trabalhos. Fundou o Coletivo Gleba do Pêssego com um grupo de amigos durante o curso de audiovisual no Instituto Criar de Tv, Cinema e Novas Mídias, uma ONG para jovens moradores da periferia, tendo desempenhado a função de diretor e roteirista nos curta-metragens Translúcidos (2015), e Menarca (2017), ambos buscando falar sobre questões marginalizadas pela sociedade. Em 2016 participou dos Kennedys, programa de inserção de jovens da periferia na agência de publicidade Wieden + Kennedy e desde então também vem ocupando estes espaços.

Ashley Davis (EUA)

Uma nativa da Califórnia, educadora em Nova York, criada em Boston, com base em bi-racial, queer, femme, mulher, poeta, educador, bruxa, que escreve e colabora em projetos sobre a interseção de identidades, história de trauma dentro dessas comunidades, a importância e necessidade de curar essas comunidades. Ashley atuou em estágios nacionais de poesia e oficinas organizadas para jovens e comunidade. Ashley é participante da Liderança não-violenta através da raça, gênero, programa de classe e atualmente está morando com sua avó e bisavós priorizando a exploração de raiz.

ASSUCENA ASSUCENA

Baiana de Vitória da Conquista, Bahia. Ingressou em História pela FFLCH-USP em 2011, onde começou seu aprofundamento nos debates sobre gênero, arte e estética. É compositora, vocalista e uma da fundadoras d’As Bahias e a Cozinha Mineira, grupo que lançou o disco Mulher no final de 2015. Assucena divide o palco com Raquel Virgínia, com quem aprendeu a ouvir e admirar as obras de Gal Costa, influência maior do disco Mulher.

 Bel Sá

Mora no bairro de Guaianases na Zona Leste da cidade de São Paulo. É Técnica em Contabilidade e atualmente trabalha como Microempreendedora Individual. Iniciou na militância no movimento estudantil e no movimento sindical, participa do movimento de mulheres do PT e, representa SP na secretaria  Nacional LGBT/PT. Foi eleita secretária Estadual LGBT do PT -SP recentemente, e luta por uma sociedade mais justa e igualitária para as LGBTQIA.

 Bel Santos Mayer

É educadora social. Desde os anos 1990 tem facilitado a criação de bibliotecas comunitárias gerenciadas por adolescentes e jovens. É empreendedora social da Ashoka. Coordena o Programa de Direitos Humanos do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário – IBEAC. É gestora da Rede LiteraSampa e articuladora da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias. Representou as bibliotecas comunitárias na elaboração do Plano Municipal do Livro, da Leitura, da Literatura e das Bibliotecas de São Paulo.

Benedito Medrado

Co-fundador do Instituto PAPAI; doutor em Psicologia Social, atualmente é docente do Curso de graduação e coordenador do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco, onde coordena o Núcleo Feminista de Pesquisas em Gênero e Masculinidades – GEMA/UFPE.

Brunna Valin

Orientadora socioeducativa no Centro de Referência e Defesa da Diversidade pela Vida – SP. Militante e ativista do movimento de AIDS e LGBTI. Articuladora no Estado de São Paulo da Rede Trans Brasil (Rede Nacional de Travestis, Mulheres Transexuais e Homens Trans).

Camila Pickersgill

Moon Mother, oferece bênção e healing de Útero. Facilitadora de Círculos de Mulheres e workshops de saberes femininos, Fitoterapeuta e Taróloga. Buscadora do Sagrado e entusiasta de todas as formas de ser e amar.  Mulher de Medicina formada pela vida.

Cadu Oliveira

Envolvido em ações de voluntariado desde 1996, hoje militante no coletivo Revolta Da Lâmpada. Também fez parte da produção da 1ª Conferência [SSEX BBOX]/Mix Brasil.

Carla Cecarello

Psicóloga e sexóloga , Mestre em Ciências da Saúde pela Unifesp. Apresentadora de TV, Colunista na Rádio Transamérica, tem um canal no YouTube  Sexualidade e você  e é autora do livro Sexualmente- Nós Queremos Discutir a Relação.

Carla Pereira

Doutoranda em sexualidade pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Mestra pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Especialista em Sexualidade Humana pela USP. Docente do Curso de Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Responsável pelo ambulatório de Fisioterapia Pélvica da Santa Casa de São Paulo.

Caroline Santos

Produtora de audiovisual, formada em comunicação social habilitada em publicidade e propaganda, mulher preta residente da periferia da zona leste. Através do seu trabalho busca a diversidade e abordar assuntos que são tão marginalizados no seu cotidiano. Em 2014, entrou para a Oficina de Produção no Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias, onde se uniu com um grupo de amigos e juntos formaram o Coletivo Gleba do Pêssego. Participou como diretora de produção do curta-metragem Translúcidos e como assistente de produção no curta metragem Menarca. Já compôs o grupo de algumas produtoras, como Bossa Nova FIlms, Mixer e Biônica.

Cláudio GALÍCIA

Cláudio Bueno / plataforma Explode! Artista-etc. É doutor em Artes Visuais pela ECA-USP. Suas práticas se desdobram a partir da experiência do corpo e seus atravessamentos pelos espaços, relações e tecnologias. Participou de exposições, residências, realizou falas públicas, atuou junto a grupos de trabalho, e recebeu premiações, em âmbito nacional e internacional. Atualmente realiza com Tainá Azeredo a Intervalo-Escola, que pesquisa, desenvolve e experimenta modos de aprendizagem a partir do campo da arte; e concebeu com João Simões, a plataforma Explode!, que pesquisa culturas e artes periféricas, com ênfase sobre as questões de classe social, raça e gênero. website: buenozdiaz.net

ClARA FISCHER GAM

Fundou em 2015 o grupo AmorVivo BookClub, comunidade de pessoas interessadas em trocar sobre amor, relacionamentos e sexualidade fora da caixa – uma experiência de partilha em grupo, mantido por co-gestão da comunidade e que não possui fins lucrativos.

Claire Rumore (EUA)

Coach, conselheira, massoterapeuta, facilitadora, e professora de sexualidade tântrica com base espiritual em São Francisco, Califórnia (EUA), mistura aconselhamento somático, relações subjetivas, diálogos de vozes e movimentos de improvisação.

Claudio Galicia

Técnico restaurador de painéis de carros antigo. Homem trans, Jogador de futebol, integra há 1 ano o primeiro time de homens trans do Brasil o Meninos Bons de Bola.

Conceição Evaristo

Escritora, estreou na literatura na década de 1990, é doutora em literatura comparada pela Universidade Federal Fluminense e militante ativa do movimento negro. Suas obras abordam questões como o racismo brasileiro e a condição de ser mulher e negra no país, tem diferentes obras publicadas e premiadas no exterior.

Cris Varkulja

Mulher, cis, branca, assexual fluida. Nasceu em São Paulo, em dezembro de 1970. Foi casada duas vezes, tem duas filhas. Se descobriu assexual em junho desse ano justamente pela pouca divulgação do assunto. Tem ajudado a organizar encontros da comunidade e participado de documentários sobre Assexualidade. Trabalha como curadora e produtora no Centro Cultural Casa da Luz, além de ser artista visual e joalheira.

Dani Nega

Atriz/Mc e militante do movimento negro, formada pela Escola livre de Teatro, desenvolve um trabalho de direção musical e atuação juntamente com alguns coletivos de teatro negro da cidade de São Paulo, entre eles Os Crepos e o Coletivo Negro. Atualmente, tem um projeto com o produtor musical Craca Beat (Felipe Julian), que faz a fusão da música eletrônica com Rap. Lançaram um disco em 2016 ( Dispositivo Tralha) que foi premiado como melhor álbum eletrônico pelo Prêmio da Música Brasileira.

Daniele da Mata

Maquiadora, empresária e proprietária da DaMata Makeup, primeira escola de maquiagem para a pele negra Daniele da Mata, convive com o mercado da beleza há dez anos, desde que estagiou em uma empresa de cosméticos. A partir de então, aprimorou seus conhecimentos de maneira natural, curiosa e profissional. Trabalhou em salões de beleza, estúdios de fotografia e em eventos. A maquiagem para pele negra tornou-se algo comum em seu cotidiano a ponto de se identificar com as experiências de vida e anseios de cada mulher negra. Atualmente a DaMata Makeup viabiliza o Projeto Negras do Brasil escola itinerante de maquiagem para pele negra, que viaja o Brasil com o intuito de elevar a autoestima de suas alunas.

Deniell Bircol

Demissexual, morador da Zona Leste, recém formado em audiovisual, 19 anos, DJ, e videomaker. Diretor, co-criador e um dos protagonistas do documentário/projeto TransVisual.

Daniel Teixeira

Advogado e Diretor de Projetos do CEERT; graduado e especializado em Direitos Difusos e Coletivos pela PUC-SP; Foi Visiting Scholar (pesquisador visitante) da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia (Nova Iorque, 2007) e Fellow do Public Interest Law Institute (Budapeste, 2008). Co-organizador do livro Discriminação Racial é Sinônimo de Maus-Tratos: A Importância do ECA para a Proteção de Crianças Negras e co-autor do livro Ações Afirmativas, A Questão das Cotas. É conferencista e consultor de instituições públicas e privadas, além de articulista em jornais, revistas e periódicos de circulação nacional.

Daniel Mori

Médico Psiquiatra do IPq-HCFMUSP. Colaborador do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual. Atua na assistência em saúde mental a adolescentes, adultos e suas respectivas famílias no âmbito público e privado.

Danna Lisboa

Cantora, modelo, dançarina e professora de dança. Iniciou na dança em 2003. Em busca de novas influências para suas aulas, fez cursos de ballet, breaking, contemporâneo, dancehall, hip hop, house, jazz, vogue e waacking. Integrou o grupo “Ritmos B.A.S.E”, conquistando o 1º lugar no festival “Meeting Hip Hop”, de 2012. Como destaque da Comissão de Frente da escola de samba “Dragões da Real”, em 2014, conquistou o Estandarte de Ouro. Participou do vídeoclipe “Tombei”, da cantora Karol Conka. Danna Leciona Atualmente Voguing no Centro de Referencia da Dança de São Paulo.

Danila Bustamante

Videomaker. Criadora de pensamentos ilustres busca através da produção de imagens, formas diferentes e inusitadas para eternizar um momento. Participou com criações, colaborações, fotografias, vídeos, video-instalações de festivais nacionais e internacionais, como o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica e “City One Minutes São Paulo”, Holanda e Rietveld Arsenale, Itália. Foi bolsista no “Seminário Internacional no Festival de Filme de Munique / FilmFest München, Alemanha. Atualmente colabora com o Cineclube Socioambiental Crisantempo (SP), Goethe Institut São Paulo (SP), Mostra Live Cinema (RJ), Prix Jeunesse Brasil (SP), artistas audiovisuais e de dança, faz parte do projeto DIANA, sobre estudos em danças urbanas e Waacking. Além disso, em 2017, dirigiu seu primeiro documentário intitulado ”QUEER CITY / CIDADE QUEER” em parceria com a instituição canadense Musagetes e Lanchonete.org.

Day Rodrigues

Produtora cultural, educadora, diretora e roteirista para audiovisual e feminista negra. Tem Licenciatura em Filosofia e Especialização em Gestão Cultural, pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Para o audiovisual, dirigiu, produziu e escreveu para os documentários “Ouro Verde: a Roda de Samba do Marapé” e “Mulheres Negras: Projetos de Mundo” (este premiado no Festival Cine PE – direção e júri popular), dirigiu os curtas “Lari” e “Para Costurar Folhas Secas” e o videoclipe da música “Papo Reto”, da dupla Dani Nega e Craca.

Debora Gepp

É socióloga, cineasta e artista visual. Trabalha com cinema, artes visuais e há 5 anos com desenvolvimento organizacional, onde hoje, é responsável pelo desenvolvimento do Programa Global de Diversidade e Inclusão da Braskem S.A. É também membro do grupo de trabalho de Direitos Humanos do Pacto Global – ONU.

Dimas Reis

Terapeuta Ocupacional pela FMRP-USP, pós graduada em promoção de saúde e atenção hospitalar na saúde do adulto e idoso pela FMUSP e mestranda em desenvolvimento territorial sustentável na linha de pesquisa de políticas públicas. Coordenadora da área de Intersexuais da Aliança Nacional LGBTI, colaboradora no Transgrupo Marcela Prado e atualmente em exercício profissional na prefeitura de Campo Magro – PR.

Diego Nardi

Assistente de Soluções Duradouras da Agência da ONU no Brasil para Refugiados e ponto focal da Campanha da ONU Livres e Iguais. Mestre em Desenvolvimento Social pela Universidade de Nagoya, tendo pesquisado a inserção laboral de migrantes gays no Japão. Tem especial interesse nas questões ligadas à deslocamento forçado, sexualidade e gênero, trabalhando na proteção de pessoas refugiadas LGBTI e sobreviventes de Violência Baseada em Gênero.

Dionne Freitas

Tecelão de sonhos, tem como propósito criar espaços e ambiências onde as pessoas possam expressar sua essência, expressar seus propósitos coletivos e individuais. Nesse caminho sua formação segue pelas artes, terapias alternativas, desenvolvimento comunitário e culturas tradicionais, desenvolvendo uma visão sistêmica e de conectividade para a abundância.

Drik Barbosa

A paulistana tem o dom de alternar o canto e a rima com a naturalidade de quem fala e respira ao mesmo tempo. O talento nato da cantora e compositora de voz doce porém forte começou a chamar atenção na Batalha do Santa Cruz, onde aprendeu a arte do freestyle. Em pouco tempo suas rimas e versos ganharam os refrões de rappers como Marcello Gugu e Projota. Com Emicida, gravou participação na trilha do filme “O Menino e o Mundo” e chegou com uma rima pesada representando a força feminina em “Mandume”, faixa do último álbum do rapper, “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa”. Um trabalho solo está a caminho e deve incluir singles autorais que ela já canta por aí, como “Deixa Eu Te Levar”, “Banho de Chuva” e “1992”. Em 2017, participou da série “Poetas no Topo”.

Drix Feitosa

Astróloga, Reikiana e doadora de Deeksha, trabalha em círculos de mulheres para amenizar e acolher a dor da alma feminina, a começar pela sua própria.

Elisabete Regina Baptista de Oliveira

É pedagoga, Mestre e Doutora em Educação pela Faculdade de Educação da USP. Autora da tese de doutorado “‘Minha vida de ameba'”: os scripts sexo-normativos e a construção social das assexualidades na internet e na escola”.  Pesquisadora nas áreas de relações de gênero, sexualidade, diversidade sexual e juventude em suas intersecções com a educação.

Emma Frankland (UK)

Emma é uma atriz e realizadora teatral premiada no Reino Unido. Seus projetos tem foco em questões políticas de gênero e identidade, e se relacionam com seu próprio processo de transição.  Tem sido palestrante em festivais, Universidades e eventos culturais e também escreve no jornal on line The Guardian. Projetos como Rituals for Change e Don Quijote tem recebido prêmios como o Wildfire Critic’s Choice e se apresentado no Festival de Edimburgo, Tempo Festival, e outros.

Erica Malunguinho

É Pernambucana, artevista, pretartivista, transartevista. Mestra em Estética e História da arte. É membra colaboradora do Instituto Casa das Áfricas, foi Formadora de Professores na Rede Pública e de diversos projetos em arte e educação. Presta serviços educacionais em cursos de formação Inicial e Continuada e é idealizadora e gestora do espaço cultural de artes pretas Aparelha Luzia, é colaboradora e uma das fundadoras do Grupo de Articulação Politica Preta. Produz trabalhos em múltiplas linguagens artisticas. É também curadora e crítica de arte. Artes, culturas e politicas são seus caminhos discursivos.

 Erika Hilton

Graduanda em Gerontologia pela UFSCar, Militante AFROtransvestigeneres, PUTAfeminista e opressora de dEUs.

 Erick Pires

Erick Pires da Silva, Graduando em Pedagogia, pesquisador em Assexualidade, Filosofia Contemporânea, Filosofia com crianças e Teoria Critica. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Filosofia para Crianças (GEPFC-CNPq) e do Grupo de Estudos em Africanidades, Culturas, Diversidades & Memórias (AKOMA-CNPq) associado ao CLADIN-LEAD-NUPE da UNESP-FCL Araraquara. Assexual e principalmente Arromântico. Adora bater papo com gente estranha, miar para gatos e comer pizza!

 Ernesto Denardi

21, gênero não binário e intersexo. Cursa Odontologia pela Faculdade de Ilhéus/CESUPI (Bahia) e milita pelos direitos das pessoas intersexuais. Em 2015 fundou a página Visibilidade Intersexo a fim de informar a população acerca das questões intersexo e oferecer apoio à pessoas intersexuais e familiares.

Fabio Fabrício Fabretti

É professor de Letras, escritor, biógrafo e o pesquisador. autor das obras “40 anos de Gloria”, “Jussara Calmon, muito prazer”, Também escreveu sobre as cantoras Gretchen e Neusinha Brizola. Serviu de colaborador para o livro póstumo “Caio Fernando Abreu – cartas”, de Italo Moriconi. Entre suas obras infantis escreveu “O mistério dos livros”, “O mundo rosa de Amarelino”, e “Isabelita, a menina dos patins”. No teatro escreveu as peças “Bem Ditos” e “Super Santas”, ambos apresentados pelo Centro de Estudos Artísticos Ana Kfouri. Atualmente integra a equipe de pesquisas da novelista Gloria Perez.

Félix Pimenta

Paulistano, artista, educador e agitador cultural especializado em dança. Desde 2002 trabalha com a cia. Discípulos do ritmo e, atualmente, com a cia. Sansacroma. Em sua performance intitulada “Sangue”, trabalha a transparência trazendo à tona temas que sofrem processos de silenciamento como homoafetividade negra e o estigma do HIV.

Fernanda Benvenutty

Natural de Remígio/Pb, Mãe dois filhos,Técnica em Enfermagem.Ativista dos direitos humanos LGBTs em especial da população Trans há mais de 20 anos. Fundadora da Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba.Ex- conselheira Nacional de saúde,Ex-conselheira de Nacional de Segurança e Comitê Nacional de Saúde Integral da população Trans.

Filipe “Flip” Couto

Dançarino performer, pesquisador, professor e coreógrafo de danças urbanas. Especializado nas danças Waacking e Voguing, é membro da IHOW-Chapter Brasil, Coletivo Ritmos de Rua e Cia. Crioulos. Ministra workshops, aulas e faz júri por todo o Brasil. Performer da noite paulistana e participante de batalhas em diversos eventos.

Felipe Adam Kurschat

Musicoterapeuta e psicoterapeuta em consultório particular. Professor em cursos superiores nas Faculdades Oswaldo Cruz de Elementos da Linguagem Musical, Psicologia Aplicada à Comunicação e Teoria da Comunicação. Coordenou o laboratório de rádio das faculdades, organizando e dirigindo os conteúdos de pesquisa e de práticas da rádio. Tem formação livre de música e experiência como professor de cursos livres ligados a arte, psicologia e filosofia.

Gean Gonçalves

Mestre em Ciências da Comunicação pela pela Universidade de São Paulo (USP). Possui graduação em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou como repórter na imprensa segmentada no público LGBT, como assistente de Comunicação no Governo do Estado de São Paulo e como professor convidado da Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo. É pesquisador com investigações em torno das narrativas jornalísticas, práticas de alteridade, de respeito aos Direitos Humanos e das relações de gênero e sexualidade.

Geo

É cantora POP, tem mais de 500 mil plays em plataformas de streaming e foi escolhida como ‘Aposta da Música Brasileira’ no show Caminhos Da Música Brasileira onde cantou com Arrigo Barnabé, Ná Ozzetti, Paula Lima e Thiago Pethit. Seu primeiro EP ‘Salva-Vidas’ versa sobre relacionamentos amorosos de um ponto de vista incomum.

GAUDÊNCIO FIDéLIS

Curador do o Queermuseu, é curador e historiador de arte especializado em arte brasileira moderna e contemporânea e arte da América Latina. É Mestre em Arte pela New York University (NYU) e Doutor em História da Arte pela Universidade do Estado de Nova Iorque (SUNY).

Glaucia Figueiredo

Mãe e Lésbica.É doula, terapeuta corporal, instrutora de Hatha vinyasa yoga com foco em gestantes e crianças há 10 anos.Co-fundadora da Associação Internacional de Ecologia Feminina, colaboradora do movimento Mães d’Água de Portugal, escreve mensalmente para o site,onde traz temas do universo feminino, feminismo, naturologia e feminino sagrado em sua coluna Humaniza-te.

Guilherme Candido

Diretor, roteirista, montador e historiador da arte. Formado em técnico de direção cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema e por montador no Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias, fundou a Gleba do Pêssego junto com amigos, um grupo que visa pensar e criar cinema dentro da periferia abordando com bastante sensibilidade temas tidos como marginalizados pela sociedade. Em 2015, dirigiu, escreveu e montou o curta-metragem Translúcidos, em 2017 dirigiu e escreveu os curta-metragens Menarca e Corpus. Atualmente formando em história da arte pela Universidade Federal de São Paulo.

Guilherme Werneck

É jornalista e roteirista. É publisher e editor da revista Bravo!, foi diretor de estratégia digital da Editora Abril, onde cuidava de mais de 40 revistas, dirigiu o digital da MTV e da Trip, além de ter sido diretor de redação da revista. Também passou pela Folha e pelo Estadão, criando produtos digitais e trabalhando em cadernos como Link, Ilustrada e Folhateen.

Helena Vieira

É travesti, transfeminista, pesquisadora de Teoria Queer,  É curadora do site do [SSEX BBOX] e colunista do Brasil Post e também de ‘Os Entendidos’, blog parceiro da Revista Fórum.

Heloisa Bonfanti

Formada em Ciências Sociais pela PUC-SP, trabalha em projetos de audio-visual desde 2005, atuou como pesquisadora e assistente de direção no documentário Sem Pena, vencedor do júri popular no 47o Festival de Brasília. Coordenou a Divisão de Programas e Projetos do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo. Em 2017 fundou o espaço independente de cultura, Casa de Baixo.

Hugo Nasck

Pessoa trans não-binária, Youtuber, palestrante e ativista LGBTI+, produz conteúdo online onde investe no humor e intimidade para discutir assuntos polêmicos e debater aspectos da comunidade LGBTI+ com foco na população trans.

Jaqueline Gomes De Jesus

Professora de Psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro. Doutora em Psicologia Social e do Trabalho pela Universidade de Brasília, com pós-doutorado pela Escola Superior de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (Rio de Janeiro). Pesquisa, publica e leciona nas áreas de gestão da diversidade e movimentos sociais, com ênfase em identidade, gênero, orientação sexual e raça/etnia. É também investigadora da Rede de Antropologia Dos e Desde os Corpos.

Júlia Rosemberg

Coordenadora do [SSEX BBOX] Brasil. Formada em psicologia pela PUC – SP, há quinze anos atua em favor da valorização da diversidade e da sustentabilidade. De 2002 a 2008 integrou a equipe do Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT e lá foi co-coordenadora do projeto Valorização da Diversidade, consultoria à Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN e coordenadora do programa de educação e do Prêmio Educar para a Igualdade Racial, em parceria com o banco Santander. Em 2008 redigiu o artigo Ações dos Empregadores Brasileiros na Promoção da Igualdade de Gênero e Raça no Trabalho. De 2008 a 2013 foi gerente de projetos da consultoria i.Social, onde auxiliou empresas na tarefa da inclusão responsável de profissionais com deficiência, por meio da conscientização dialógica e de ações de responsabilidade social. Também trabalha como consultora de sustentabilidade do Instituto Akatu.

Joana Waldorf

Integrante do grupo Não Desculpo-diálogos em defesa de mulheres lésbicas e bissexuais e do coletivo Juventude Prisma-coletivo educacional pró diversidade sexual. Diretora de arte, psicanalista e pós graduanda em semiótica psicanalitica-clinica da cultura na PUC/SP.

João Simões

38 anos, é artista, pesquisador, curador, produtor cultural e educador. Desenvolve a plataforma Explode!, com Cláudio Bueno, abordando questões de classe, raça e gênero a partir de manifestações de arte e cultura das periferias. Atualmente desenvolve pesquisa para seu projeto Mama Jo, alterego que pretende tensionar, através da performance, música, spokenword e montação as dimensões do corpo dentro das normatizações sociais.

Jorge Lyra

É um dos fundadores do Instituto Papai; Coordenador do Gema – Núcleo feminista de pesquisas sobre Gênero e masculinidades; Professor dos cursos de Graduação e Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Tem experiência de ensino, pesquisa e extensão na área de Psicologia Social e Saúde Pública atuando principalmente nos seguintes temas: feminismos, teorias de gênero, homens e masculinidades, paternidades, juventudes, saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos, análise de políticas e movimentos sociais.

Juno Cipolla

Tem 25 anos, é pessoa trans não binária, e atende por todos os pronomes. tem formação oficial em letras pela usp, e formação informal em artes variadas. atua como revisor e editor, e é co-criador do projeto selo manga, ao lado de natasha felix. escreve poesia, e experimenta com mídias variadas, como áudio, vídeo e corpo. acredita que ser trans vem antes de tudo, e que é impossível fazer arte sem considerar seu lugar no mundo.

Karine Caetano

Terapeuta holística, Doula e facilitadora de Círculos de Mulheres, iniciou sua trajetória profissional como Assistente Social, mas logo percebeu que o caminho de seu coração estava diretamente ligado ao acolhimento e principalmente ao canto terapêutico. Por isso, ouviu o chamado e se colocou para levar o canto como um importante aliado no empoderamento feminino. Hoje, segue cantando e encantando com o coração.

Kamilah Pimentel

Foi bolsista pós graduada pela USP em Gestão de Projetos Culturais, atualmente está cursando Direito para trabalhar com Direito Autoral da Música. Há cerca de quatro anos tem colocado em prática seus conhecimentos com produção de eventos, festas, shows, entre outros, mas sempre com ações que evidenciem a cultura negra, hoje com seus conhecimentos cuida da carreira da Mc Soffia como Produtora Executiva e divide com a tarefa de ser mãe e educar uma menina Empoderada e Contestadora. Desde 2014 tem dedicado tempo e trabalho a pesquisa, intervenção sobre produção cultural da arte negra no combate ao racismo e violência contra mulheres.

Ketlin Buscher

Militante intersexo, embaixadorx todxs, organizadora do coletivo Intersexos do Rio Grande do Sul e integrante na Organização da Parada de Luta LGBTI de Porto Alegre. Panrromatica e ace fluxo. Estuda administração na Faculdade Ftec em Porto Alegre (RS).

Laerte Coutinho

Cartunista, quadrinista e roteirista. É parte da cena brasileira de quadrinhos underground desde a década de 1980, junto com Angeli e Glauco. Nos últimos anos, Laerte destacou-se na comunidade LGBT brasileira por ter assumido sua transgenereidade e ter se engajado como ativista.

Lara Pertille

Jornalista, feminista, Mulher trans, vegetariana, ativista de causas sociais.

Laura Daviña

Coordena a Edições Aurora que traz para o campo editorial produções visuais e escritas sobre arte e política numa perspectiva expandida.

Larissa Teixeira

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP). Trabalhou no Portal de Notícias da USP, foi trainee do jornal O Estado de S. Paulo e trabalhou durante dois anos na Editora Abril, nas revistas Nova Escola e Gestão Escolar. Já produziu documentário sobre a cantora de rap Luana Hansen, conhecida por defender os direitos das mulheres, negros e lgbts, e foi selecionada no edital de Curtas Universitários do Canal Futura em 2016, com o filme “Além da Norma”. Portfólio: https://larissateixeira.contently.com/

Lam Matos

Educador do [SSEX BBOX], homem trans de 34 anos. Coordenador nacional do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades – IBRAT. Militante/ativista de direitos humanos há mais de 10 anos, possui vaga no comitê técnico de saúde integral LGBT no Ministério da Saúde. É dono do Canal AveLam no YouTube.

Leonardo Castilho

Artista, performer, educador e produtor cultural. Ex-Diretor de Cultura da Associação de Surdos de São Paulo – ASSP, desde 2005 trabalha no setor Educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde atualmente atua como produtor de Acessibilidade, assistente e professor de Performance do Programa Igual Diferente. Desde 2008 é integrante do Corposinalizante – grupo de pesquisa e produção de arte, aberto à jovens surdos e ouvintes que se interessam pela Língua Brasileira de Sinais. Este projeto recebeu alguns prêmios, como o 1º lugar no Prêmio Darcy Ribeiro 2009 (IPHAN/MinC). MC do Slam do Corpo.

Leonora Dias

Bancária, taróloga. Tendo um histórico de gênero-divergência desde a infância, passa a reconhecer-se e afirmar-se como trans desde meados de 2014. Entre tantas palavras possíveis para nomear sua identidade, (‘mulher’, ‘travesti’, ‘não-binária’), encontra em “transfeminina” a melhor definição para sua experiência de gênero.

Liniker

Liniker é vocalista da banda Liniker e os Caramelows. Também compõe e canta músicas de gênero soul e black music. Em 2016, a banda lançou o álbum “Remonta”, que reverberou internacionalmente e ganhou atenção da imprensa nacional e estrangeira.

Lygia Barbosa

Cineasta, fez a produção executiva, e direção com Eliane Brum, do primeiro documentário Brasileiro Original Netflix “Laerte-se “, com lançamento mundial dia 19 de maio de 2017. Já trabalhou com filmes publicitários, videoclipes e longa-metragens, como Castelo Rá-Tim-Bum, o Filme, de Cao Hamburger. Dirigiu séries de TV, como 20 Poucos Anos (MTV Brasil), Os Caminhos de Che, um Diário de Motocicleta, Across the Amazon, Secret Brazil (NatGeo Internacional) e De Volta a Bikini (FOX e NatGeo), os dois últimos em codireção com Lawrence Wahba. Também foi diretora do programa Zapping Zone (Disney Channel), e criou e dirigiu a série de inter-programas infantis Caco e Dado (TV Cultura e Gloob).

Lucas Araujo

Bicha NB, escorpianx, estudante de História e pesquisadorx de gênero e sexualidade, vive na capital paulistana há sete anos, lugar no qual se abriu para o mundo e experimenta novas possibilidades de trânsito. Adeptx do corpo livre e da liberdade de expressão, busca, nas brechas de uma sociedade cisheterocentrada, circunscrever sua performatividade sob a luz de práticas e discursos dissidentes no que tange aos campos do gênero e das sexualidades. Um corpo em trânsito, aprendizagem e transformação, atualmente desenvolve uma pesquisa sobre o discurso médico legal em torno da patologização da sexualidade, cujo título é “Indivíduos anormais, de comportamento desviante: corpos de gênero e sexualidades dissidentes sob a mira do discurso médico legal (São Paulo – Rio de Janeiro, 1930-1945).

Luana Hansen

DJ, MC, produtora musical e atriz, integrou grupos como A­-TAL e A-Força (RZO). Participou da produção Antônia: O filme (2006), de Tatá Amaral, e teve sua vida contada no documentário 4 Minas, de Elisa Gargiulo. Seu disco Marginal Imperatriz é um dos primeiros de rap a se levantar contra o machismo e a lesbofobia.

Lua Lucas

Lua Lucas é atriz, cantora e performer travesti. Formada pela Casa das artes de Laranjeiras construi sua carreira passando por vários lugares diferentes. Brincou no Teatro Oficina, Causou na Funarte Sp e foi consagrada a rainha do Sesc em 2017. Re existência da arte marginal.

Lucas Bulgarelli

Pesquisador e militante LGBT, bacharel em Direito pela USP (Largo São Francisco) e mestrando em Antropologia Social pela USP (PPGAS-FFLCH), com produção concentrada atualmente nos seguintes temas: militância LGBT, crise política e golpe, conservadorismos, resistências. É pesquisador do NUMAS (Núcleo dos Marcadores Sociais da Diferença) e do COCCIX (Estudos em Corpo e Cidade), ambos da USP.

Lorena Olaf Furter

Militante comunista não-binário gênero fluido, tem 20 anos e cursa Ciências Sociais. Tem um canal no youtube falando sobre política, questões feministas e LGBT+.

Luiza Freitas

É mulher trans intersexo, nasceu com cariótipo 46 XY 46 XX e, aos 32 anos, teve uma filha.

Mafoane Odara

Psicóloga e mestre em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo. Coordena a área de enfrentamento à violência contra as mulheres do Instituto Avon, a área integra a Rede pela Diversidade da Avon e a Diretoria do Fundo Brasil de Direitos Humanos. Tem se dedicado ao apoio e aprimoramento de iniciativas sociais e serviços públicos relacionados ao enfrentamento da violência contra as mulheres e a consolidação de programas de diversidade e direitos humanos, especialmente relacionados às questões de gênero e relações étnico-raciais.

Márcia Rocha

Márcia Rocha, empresária, advogada integrante da Comissão da Diversidade Sexual da OAB/SP, com assento no Comitê de Direitos Sexuais da World Association for Sexual Health, pós graduada em Educação Sexual, fundadora da ABRAT e coordenadora do Projeto Transempregos.

Mari Costa

Trans não binário, bi/pansexual, não monogâmico, professor e dramaturgo. Formado em licenciatura em artes cênicas pela USP, frequentou o Núcleo de Dramaturgia do Sesi, mas infelizmente escreve cada vez mais textões raivosos e menos poesia. Sua peça “Drag ou as delícias de ser mulher” foi publicada pela Editora do Sesi. Hoje tenta fomentar a discussão sobre identidades marginais nas escolas, e acredita na arte não apenas como resistência, mas como possibilidade de existência.

Maira Reis

Publisher do Reversa Magazine, uma revista eletrônica focada em cultura LGBT. Faz parte do time que está ajudando o Google News Lab, um laboratório de jornalismo do Google, a impulsionar o jornalismo LGBT brasileiro. Auxilia, na área de marketing de conteúdo, o projeto </> JUNTOS NA TI, uma iniciativa de empresas e centros de tecnologia que se reuniram para incentivar talentos de grupos menos representados no universo da TI.

Maria Clara Araújo

Graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco, pesquisadora em teorias pós críticas em educação, idealizadora do projeto “Pedagogia da Travestilidade”, colaboradora das Blogueiras Negras e site www.transfeminismo.com

Maria Eduarda Dantas

Possui mestrado em ciência política e é Assistente de Direitos Humanos na ONU Brasil. Lésbica, ela é parte da equipe que implementa a Livres & Iguais no Brasil, a campanha das Nações Unidas pela igualdade de direitos da população LGBTI.

Maria Zeneide Monteiro

Psicóloga e psicoterapeuta corporal reichiana, Analista Bioenergética (CBT), esquizoanalista, analista institucional, professora e supervisora da Sociedade de Análise Bioenergética / SOBAB e Diretora da Federação Latino-Americana de Análise Bionergética/Flaab. Em 2017 fundou o espaço independente de cultura, Casa de Baixo.

Mariana Mendes

É editora, escritora e atualmente comanda o canal Bondelê com entrevistas e sugestões de de livros escritos por autoras brasileiras contemporâneas.

Marina Ganzarolli

Advogada, doutoranda e mestra em Sociologia Jurídica pela FDUSP (Faculdade de Direito do Largo São Francisco – USP, assessora no gabinete do Conselheiro João Antonio no Tribunal de Contas do Município (TCM-SP). É co-fundadora do Coletivo Feminista Dandara (Direito USP), primeiro coletivo feminista numa faculdade de Direito em São Paulo, participou ativamente da CPI dos Estupros da Medicina da USP na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). co-fundadora e integrante da DeFEMde – Rede Feminista de Juristas.

Marina Dias

Advogada criminal. Fez formação em Justiça Restaurativa no CDHEP e especialização em “Mediação de conflitos, facilitação de diálogo e construção de consenso” na Palas Athena. Foi presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) e atualmente está na direção executiva da organização. Idealizadora, produtora executiva e pesquisadora do documentário “Sem Pena”, uma co-produção do IDDD e Heco Produções, eleito Melhor Filme pelo Júri Popular do 47 Festival de Brasília, entre outros. É empreendedora cívica da RAPS. (Rede de ação política pela sustentabilidade).

Mavi Veloso

Graduada em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Londrina, teve formação continuada experimental em performatividade com a plataforma artística COMO clube/SP. É parceira de Free Home University em Lecce, na Itália e de Queer City São Paulo.

MC Dellacroix

Grita a perspectiva de um corpo pretx marginalizado desenvolvendo arte a partir da sua existência travesti. A artista, rapper e performer, trás em seu projeto a essência da musicalidade preta popular no brasil, permeando vertentes do hip hop até o funk brasileiro. Buscando resignificar a sua existência marginal dentro de uma causa política, a artista segue hackeando espaços, se conectando com suas iguais – travestis pretxs e periféricas – afim de registrar suas realidades historicamente apagadas, através da arte.

Monja Heishin

É aluna discípula de Monja Coen Roshi, do Templo Taikozan Tenzui Zenji, Comunidade Zen Budista – Zendo Brasil. Orienta práticas de zazen, meditação zen, e é facilitadora e docente de cursos de introdução ao zen budismo. Participa de iniciativas inter-religiosas, de mobilização e sensibilização social por meio da meditação e diálogos temáticos, a diversos públicos, tendo por base os ensinamentos de Xaquiamuni Buda.

Mônica Saldanha

Sapatona viciada em videogame e referências bibliográficas. Educadora em sexualidade, integrante do Grupo de Pesquisa em Sexualidade Humana da UNISAL, faz pesquisas nas temáticas de gênero e sexualidade, com foco em teoria e existências lésbicas.

Mirella Façanha

Hoje em júpiter continua caindo uma tempestade gigantesca, a séculos ela se mantém no planeta, great red spot. eu sou tipo júpiter, só que aqui. afroindigena gorda sapatão atriz e esclerosada graduada pela Universidade de Brasília e pela Escola de Arte Dramática – USP.s lésbicas.

Monique Evelle

Reconhecida em 2017 pela revista Forbes e em 2015 pela revista Cláudia como uma dos 30 jovens com menos 30 anos mais promissores do país, criou a organização Desabafo Social e a Kumasi, marketplace para empreendedores afrodescendentes. Com 22 anos, Monique coleciona prêmios e participações em grandes eventos como TEDxRioVermelho, TEDxSãoPaulo, Social Good, Youth Business International, Prêmio Laureate Brasil, Simpósio da Universidade de Harvard, Conectados al Sur e mais. Através da sua empresa, Evelle Consultoria, presta serviços de marketing e inovação com soluções em educação e pesquisas através de ciência de dados. Ela é considerada a nova voz do feminismo negro, pelo Estadão, e está entre as 25 mulheres mais influentes da internet no Brasil. Atualmente, Monique é repórter do Profissão Repórter, da Rede Globo.

Monique Prada

Monique Prada é trabalhadora sexual, escritora, palestrante, ativista pelos direitos das prostitutas. Uma das fundadoras da CUTS – Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais, colunista de Mídia Ninja e atualmente, membro do Grupo Assessor da Sociedade Civil da ONU Mulheres Brasil.

Nancy Kahn (EUA)

Nancy Kahn é uma treinadora de colaboração e membro do conselho. Ela traz uma rica combinação de mais de 14 anos de experiência no N.V.C, junto com o trabalho social e experiência de gestão sem fins lucrativos para seu ensino e prática de consultoria. Nancy ocupou cargos de liderança como treinadora para o Programa de Liderança BayNVC. Ela é a ex-fundadora e Diretora Executiva da Dignidade Mission, uma Educação de pares lideradas por jovens e Faculdade Centro de Recursos em Mission District de San Francisco. Ela é ex-presidente do conselho de honra do Emancipated Juventude (HEY), anteriormente chamado de Iniciativa Unidade Foster San Francisco. Nancy passou sua vida inteira focada na complexidade de sua própria classe, a identidade racial e cultural. Ela é dedicada à sensibilização em torno das diferenças, com um olho em ambas as formas sutis e ostensivas que participam em sistemas de opressão e privilégio.

Natalia Mallo

Multi-artista e empreendedora cultural nascida na Argentina e residente no Brasil desde 1995. Tem 20 anos de experiência no desenvolvimento de projetos nas áreas de música, artes cênicas e práticas interdisciplinares. É compositora, dramaturga, performer, professora, diretora, curadora e produtora. Por suas criações recebeu os prêmios APCA, Bravo!, Coca-Cola FEMSA, Prêmio Governador do Estado de São Paulo e outros. Suas inquietações artísticas encontram-se na intersecção de linguagens e modelos de produção e gestão em projetos que tratam das políticas da diversidade. Atua como artista, curadora, produtora e também consultora para instituições da cultura e do terceiro setor. É curadora de dança e performance no MIS – Museu da Imagem e do Som. Atualmente é Fellow do Instituto de Relações Culturais Internacionais da Universidade de Edimburgo (Escócia) e trabalha junto a organizações internacionais desenvolvendo projetos de colaboração buscando o diálogo entre arte e sociedade.

Natalia Borges Polesso

Professora e escritora. Publicou Recortes para álbum de fotografia sem gente (2013), vencedor do prêmio Açorianos; Coração a corda (2015), uma seleção de poemas e narrativas curtas em prosa poética; Amora (2015), seu mais recente livro de contos, que explora as nuances das relações homoafetivas entre mulheres, foi vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura 2016; e obteve o 1º lugar no Prêmio Jabuti, nas categorias Contos e Crônicas e Escolha do Leitor. Doutora em Teoria da Literatura pela PUCRS, a autora escreve crônicas semanais para o jornal Pioneiro, de Caxias do Sul e recentemente, foi selecionada para a coletânea Bogotá39, que reúne os 39 melhores escritores da América Latina com menos de 40 anos.

Nelson Neto

Possui graduação em Comunicação Social com habilitação em jornalismo. Atualmente é pós-graduando do curso de Especialização em Direitos Humanos na América Latina pela Universidade Federal de Integração Latina-americana (UNILA). Além de trabalhar como jornalista independente, dá palestras, cursos e consultoria nas áreas de Direitos Humanos, Diversidade e Comunicação Contemporânea na América Latina. Trabalhou como assessor de comunicação na Coordenação de Políticas para LGBT (CPLGBT) da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) da Prefeitura de São Paulo entre os anos de 2015 e 2016. Deu palestras nas Organizações Globo, Google, em congressos e conferências nacionais e internacionais. Também atuou como repórter para os principais veículos da imprensa segmentada ao público gay como Mix Brasil, Revista Junior e H Magazine.

Neon Cunha

Publicitária, diretora de arte, designer gráfica, funcionária da Prefeitura de São Bernardo do Campo e colabora como assistente de estilo com a marca Isaac Silva. Ativista independente, mulher negra, ameríndia, feminista e transgênera. Conquistou junto a justiça brasileira o reconhecimento do seu gênero e alteração de prenome se recusando a passar pelo processo patologizador e afirmando o direito da dignidade do auto reconhecimento, constando nos autos processo que na negação deste direito preferia a morte assistida. Por meio do Geledés denunciou junto a OEA (Organização dos Estados Americanos) os crimes de ódio contra a população transgênera do Brasil, foi a primeira pessoa transgênera a falar nesta organização.

Pâmela Herrera

Formada em Serviço Social, encontrou na Arte terapia um valoroso instrumento de humanização das relações. Tamboreira, faz da arte do toque sagrado seu maior aliado no Despertar da Consciência Universal, contribuindo em processos de autoconhecimento, guiada pelo chamado do coração.

Paula Sandrine Machado

Doutora em Antropologia Social, psicóloga e pesquisadora em Antropologia do Corpo e da Saúde, Antropologia da Ciência, Psicologia Social e Saúde Coletiva, com foco em sexualidade, gênero, intersexualidade, direitos sexuais e reprodutivos.

Paulo Iotti

Mestre e Doutor em Direito Constitucional pela Instituição Toledo de Ensino/Bauru. Especialista em Direito Constitucional pela PUC/SP
Especialista em Direito da Diversidade Sexual e de Gênero e em Direito Homoafetivo. Advogado e Professor Universitário . Membro do GADvS – Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero

Paulo Henrique Curzio

Mestre em Administração de Empresas pela FGV/EAESP; Analista de Vendas (Avon). Desde o início de 2017, é voluntário da Rede Pela Diversidade na Avon, atuando como Líder da Célula LGBT com ações voltadas à diversidade e inclusão. Atuou na estruturação e implementação do Grupo de Afinidade LGBT na Empresa que tem como objetivo reforçar o Orgulho no ambiente de trabalho e engajar Aliados da causa.

Patrícia Froes

Estudou cinema na Puc-Rio, direção de arte na Central Saint Martins de Londres e civilização francesa na Universidade de Paris.  Foi curadora internacional do Festival de Curtas do Rio de Janeiro e trabalhou para outros como Festival do Rio e É Tudo Verdade. É uma das diretoras do festival carioca Semana dos Realizadores. Foi pesquisadora do longa Meia Hora – As manchetes que viram notícia (Festival do Rio) e produtora executiva dos documentários O Gato de Havana (exibido nos festivais de Havana, Miami e Guadalajara, entre outros) e Radical – A controversa saga de Dadá Figueiredo (melhor filme estrangeiro no LongBeach International Film Festival). Para TV, escreveu, dirigiu ou produziu séries como Peça Piloto (GNT/Globosat), Musica.doc (VH1) e Rally Mongol (Multishow/Globosat). Atualmente se dedica a seu primeiro longa metragem, o documentário Incondicional – O mito da maternidade.

Priscilla Bertucci

Artista social, identifica-se como gênero queer, dirige documentários, é fotógrafo, diretor de arte e é fundador do  [SSEX BBOX], projeto de justiça social, que atua em San Francisco, São Paulo, Berlim e Barcelona, com foco nos direitos, inclusão e vociferação da população LGBTQIA. É responsável pela idealização, curadoria e produção da 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX] & MIX BRASIL. Além dessas habilidades artísticas, Pri é educador do DIVERSITY BBOX, consultoria LGBTQIA+ para empresas e instituições, e desenvolve trabalhos somáticos utilizando abordagens da Comunicação Não-Violenta (CNV) para trabalhar com pessoas e organizações em suas comunidades, trazer novas maneiras de pensar e ser, e de propor desafios sociais ao mundo. Pri foi um dos 15 selecionados para participar do Red Bull Amaphiko de 2017.

Raniere Pontes

Gerente Territorial de São Paulo da Visão Mundial Brasil, pedagogo, gestor de ONGs, especialista em Educação e cursando especialização em Gestão Pública Municipal pela UNIFESP

Raphael Daibert

É pesquisador e produtor cultural. É um dos membros fundadores de Lanchonete.org, pela qual desenvolveu diferentes projetos como Zona da Mata, Cidade Queer, Museu da Vizinhança, além do acompanhamento de diversas residências artísticas.

Raphael Scire

Roteirista e pesquisador no primeiro documentário Brasileiro Original Netflix “Laerte-se “, com lançamento mundial dia 19 de maio de 2017. Jornalista, autor do livro Crimes no horário nobre – um passeio pela obra de Silvio de Abreu (Giostri, 2013). Também dramaturgo, em 2012 teve sua peça Sucesso com C, sobre o universo de uma família pertencente à nova classe C brasileira, selecionada pelo concurso Dramaturgias Urgentes, promovido pelo Centro Cultural Banco do Brasil. Em 2014, participou da equipe de roteiro do programa Tudo pela Audiência (Multishow). Foi colaborador de roteiro no documentário Lutando Para Vencer (2016), uma coprodução Maloca Studios e Tru3Lab.

Renan Quinalha

Professor de Direito da Unifesp, advogado e ativista no campo dos direitos humanos, especialmente na temática da diversidade sexual. Tem formação em Direito e Sociologia na USP, onde também defendeu mestrado em Direito e o doutorado em Relações Internacionais. Foi assessor jurídico da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo e consultor da Comissão Nacional da Verdade para assuntos de gênero e sexualidade. No ano de 2016, foi Visiting Research Fellow no Watson Institute da Universidade de Brown pesquisando a violência contra pessoas LGBT no Brasil. Publicou o livro “Justiça de Transição: contornos do conceito” (Expressão Popular, 2013) e organizou, com James N. Green, a obra “Ditadura e Homossexualidades: repressão, resistência e a busca da verdade” (EdUFSCar, 2014)

Rita Quadros

Militante feminista e LBT, contribuiu no processo de organização do movimento LGBT desde os 90, momento da criação da Parada do Orgulho LGBT em 1997. Em 2003 foi presidente da Comissão Organizadora do IV SENALE – Seminário Nacional de Lésbicas e membro da organização da I Caminhada de Lésbicas de São Paulo. Foi a primeira lésbica a ocupar o assento destinado às lésbicas no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres. Fez parte da coordenação do Cinemulher, cineclube com perspectiva de gênero.

Rogério Giannini

Psicólogo com atuação em projetos de qualificação profissional, formação sindical e educação popular. Militante social desde o final da década de 70 é atual presidente do SinPsi / Sindicato dos Psicólogos de São Paulo e Secretário de Relações de Trabalho da CUT SP. Curador da 2a Mostra Nacional de Práticas em Psicologia.

Sarah Urbietta

Sarah Urbietta, graduada em Serviço Social, membro da Rede Trans Brasil, conselheira municipal de saúde e integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

Sandra Caselato

Psicóloga e membro da Associação Paulista da Abordagem Centrada na Pessoa (APACP). Em 2010, prestou consultoria para a Agência das Nações Unidas UNRWA em Israel/Palestina, com treinamento em melhores práticas para funcionários na área de saúde psicológica.

Shay Bittencourt

Militante Intersexo, não binário, integrante do Partido Pirata e da FLM, conselheiro gestor de saúde da Sé.

Silvero Pereira

Ator e diretor. Começou na carreira artística com 17 anos fazendo teatro. Além dos diversos trabalhos com grupos cearenses, fundou duas companhias em Fortaleza: a Inquieta Cia. de Teatros e o Coletivo Artístico As Travestidas. O Coletivo Artístico As Travestidas foi fundado por Silvero há 14 anos. Composto por atores e atrizes transexuais e travestis e artistas transformistas, o projeto é realizado em Fortaleza e já produziu sete espetáculos. Escreveu e atuou a peça “BR-Trans” e na novela A Força do Querer de Glória Perez.

Symmy Larrat

Formada em Comunicação Social Habilitação Publicidade e Propaganda na Universidade Federal do Pará, milita na aera de Direitos Humanos há cerca de 19 anos, no começo atuava na defesa da Democratização das comunicações e hoje atua no ativismo pelos Direitos Humanos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais)  em especial pelo Reconhecimento  da Identidade de Gênero de pessoas Trans. Foi Conselheira Estadual LGBT no Pará, atuação que levou a trabalhar na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República como Coordenadora-Geral de Promoção dos Direitos LGBT, na sua experiência com gestão pública também foi a Coordenadora do Programa Transcidadania da Prefeitura de São Paulo.

Sam Bourcier (FR)

Sociólogo que contribuiu significativamente para a introdução da teoria “queer” na França. Ativista e pesquisador da teoria queer, é professor na Universidade de Lille III, onde leciona estudos culturais, teoria feminista e teoria queer. Autor de dois livros sobre a teoria queer (Queer Zones e Sexpolitiques), ile publicou numerosos artigos sobre gênero, sexualidade, pornografia e pós-pornografia, subculturas sexuais, feminismos, postar feminismo, minorias e política de identidade na França e no exterior.

Tatiana Lionço

Doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Participou da construção do marco de referência para atuação de profissionais de psicologia no Processo Transexualizador do Conselho Federal de Psicologia. Pesquisa laicidade e fundamentalismo religioso e participa do Movimento Estratégico pelo Estado Laico (MEEL).

Tatiana Bispo

A cantora e compositora da zona sul paulistana começou a soltar a voz pra valer aos 17 anos, ao acompanhar os shows da banda de seu pai, cujo repertório era de grooves nacionais. Com o tempo, foi lapidando sua identidade musical e, inevitavelmente, pendeu para o r&b e o neo soul dos anos 90 –o canto suave de Erykah Badu, Janet Jackson e Brandy eram suas referências. Fez backing vocal para Mara Nascimento, uma das melhores cantoras de jazz do Brasil, e para grupos de rap, o que trouxe a oportunidade de fazer parte de uma cultura que muito influencia seu trabalho. A MPB e o samba de raiz a inspiram na composição de suas letras. Nos últimos anos, a parceria com o produtor Filiph Neo, rendeu os singles “Deixa a Música Falar” (part. Dee) e “Asas” (part. Alt Niss). Em 2016, lançou o single/clipe de “Eu Preciso Ir”.

Tatiana Nascimento

poeta, tradutora, cantautora, slammer. editora-fundadora da padê editorial (livros artesanais de autoras negras/lgbtqi), zineira, video-maker, educadora, sonhadora. (quase) natural do cerrado (DF).

Thaís Dumêt Faria

Mestre e Doutora em Direito pela UnB, Especialista em Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho da OIT – Organização Internacional do Trabalho.

Thalita Passos

Psicóloga com ênfase no atendimento psicanalítico para surdos, especialista em tradução e interpretação Libras e Português.

Thaís Dantas

Advogada do programa Prioridade Absoluta, do Alana, graduada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e conselheira do Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

Tiely Queen

Desde 1989 envolvido nas artes como um todo. Coordena o projeto HIP HOP MULHER que vem desde 2007 na batalha. Tiely Queen é artista, cineasta, cantor/rapper, escritor, dançarino, batuqueiro. Pluralidade em ação!

Toni Reis

É ativista da causa LGBTI e aids desde meados da década de 1980. Em 1992 fundou juntamente com outras pessoas o primeiro grupo LGBTI (Grupo Dignidade) de Curitiba. Atualmente é diretor executivo do Grupo Dignidade. É integrante do comitê executivo da recém-fundada rede regional GayLatino, a qual trabalha com direitos humanos e HIV em relação a gays na América Latina e no Caribe. Também é diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI.

Twiggy Pucci Garçon (EUA)

Twiggy é Gerente de Programa e Ballroom Gatekeeper, modelo, educadora  e coordenadora de Eventos Especiais. Twiggy é uma artista de Ballroom Runway performer , baseada em Nova York, NYC, o Príncipe da gerente de programa da “Forty to None Project at the True Colors Fund”. Twiggy estudou no Fashion Institute of Technology. Ela é o fundadora da maior casa internacional da cena Kiki/Voguing, a Opulent Haus da PUCCI, cuja principal função é promover o desempenho de ballroom performance.  Ela atualmente co-escreveu KIKI, um longa documentário, juntamente com a colaboradora do filme e a diretora Sara Jordeno, que pinta um retrato íntimo dos prós e contras da cena do baile de Kiki em Nova York.

Vera Iaconelli

É Mestre e Doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Diretora e professora no Instituto Gerar, coautora do livro: Histeria e gênero: o sexo como desencontro (Editora nVersos, 2014), e autora do Mal-estar na maternidade: do infanticídio à função materna (Annablume, 2015).

Victória Sales

É mulher, preta, sapatão, periférica e poeta. Encontrou nas palavras refúgio e arma pra luta. Lançou recentemente um livreto chamado “um jazz pra duas” com 18 poemas de amor lésbico.

Victor Apolinario

Criativo, agitador e agitado, Victor Apolinário ainda é ativo nas causas do negro e do gay, e pode ser encontrado nas boas festas da cidade. Com 23 anos, esse menino “sem freio” e de energia contagiante ainda vai causar muito movimento na moda e fora dela. Sua recém-criada marca Cem Freio não tem nem seis meses de vida e já está em ascensão, com espaço em publicações como FFW, Elle e Harper’s Bazaar. A grife trabalha a questão do gênero, ou melhor, do não gênero.

Vítor Lopes Andrade

Bacharel em Relações Internacionais (UNESP) e mestre em Antropologia Social (UFSC). Sua dissertação de mestrado sobre refúgio por motivos de orientação sexual no Brasil foi premiada pelo ACNUR no III Concurso Nacional de Teses e Dissertações da Cátedra Sérgio Vieira de Mello.

Vinícius Nascimento

Editor de cinema, vídeo, TV / WEB. Seus principais trabalhos são: Silêncio no Estúdio. Documentário sobre Edna Savaget / direção Emilia Silveira. Premiado como melhor montagem no 11º FEST ARUANDA. Tudo vai ficar da cor que você quiser. Documentário sobre o escritor Rodrigo de Souza Leão / direção Letícia Simões. Premiado como melhor documentário no 27º Festival de Cinema de Toulose 2015. Hélio Oiticica. Documentário sobre o artista plástico Hélio Oiticica / direção Cesar Oiticica Filho. Premiado como melhor documentário no Festival do Rio 2012 e com os prêmios Caligari e FIFRESCI no Festival de Berlim 2013. É curador junto com Dani Avellar e Cali dos Anjos do Cinema KUIR.

Walleria Suri

Mulher transexual e pessoa com deficiência, devido a uma doença degenerativa que vem causando a perda gradativa de sua visão desde os 16 anos. Atualmente tem apenas 6% de acuidade visual em ambos os olhos. Realiza palestras oferecendo capacitações em escolas, faculdades, empresas e órgãos públicos sobre questões de identidade de gênero. Fez parte da comissão organizadora da Primeira Conferência Regional do município de Presidente Prudente. Representou o município como delegada nas conferências LGBT estadual e nacional que ocorreram neste ano de 2016. Co fundadora do Grupo Somos LGBT de Presidente Prudente, que já tem 1 ano de luta pelos direitos LGBT. Participou da comissão organizadora da I Semana da Diversidade e 10º Parada LGBT, que ocorreram este ano de 2016 em Presidente Prudente.  Em junho deste ano escreveu um artigo publicado na Revista Brasileiros e participou com uma vídeo palestra, do I Congresso Nacional Online de Diversidade Sexual. Atualmente está engajada em articulações com o Poder Público municipal, para criação de Conselho Municipal LGBT e para implantação de um ambulatório para acompanhamento psicológico e hormonal de pessoas trans em Presidente Prudente.

Wellington Adélia

Cavalo insano égua voluptuosa ser humano de luz auto bicho bípede homo sapiens sem sapiência artistaterrorista latinx-americanx, brasileirx, da periferia, ex-jovem aprendiz, ex-atendente do Mc Donald’s, ex- operador(x) de telemarketing e o escambau bicha estranha louca preta da favela apocalíptica barraqueira bailarina coreográfica performoterrorista Jamais omisso ao ciscentrismo euroamericobrasileiro o restante é viva vivida abrupta e intensamente rasgando as veias para continuar com os pés repousados sobre a terra sigo respirando.

Yago Neres

Budista, homem trans, heterosexual, compositor, músico e videomaker. Também toca no Sarau Paraisópolis, é diretor, co-criador e um dos protagonistas do documentário/projeto TransVisual.

Yuri Haasz

Vem trabalhando e pesquisando o tema Israel/Palestina há uma década. Mestre em Relações Internacionais com Concentração em Estudos de Paz e Resolução de Conflitos pela ICU (Japão), concluiu curso em Assistência Humanitária e Direitos Humanos junto a ONU, pela Duke University (Genebra) e trabalhou com a Human Rights Watch, Divisão do Norte da África e Oriente Médio, situada em Jerusalém.

PERFORMANCES

Danna Lisboa

Cantora, modelo, dançarina e professora de dança. Iniciou na dança em 2003. Em busca de novas influências para suas aulas, fez cursos de ballet, breaking, contemporâneo, dancehall, hip hop, house, jazz, vogue e waacking. Integrou o grupo “Ritmos B.A.S.E”, conquistando o 1º lugar no festival “Meeting Hip Hop”, de 2012. Como destaque da Comissão de Frente da escola de samba “Dragões da Real”, em 2014, conquistou o Estandarte de Ouro. Participou do vídeoclipe “Tombei”, da cantora Karol Conka. Danna Leciona Atualmente Voguing no Centro de Referencia da Dança de São Paulo.

Gisele Almodóvar

DJ, MC, produtora musical e atriz, integrou grupos como A­-TAL e A-Força (RZO). Participou da produção Antônia: O filme (2006), de Tatá Amaral, e teve sua vida contada no documentário 4 Minas, de Elisa Gargiulo. Seu disco Marginal Imperatriz é um dos primeiros de rap a se levantar contra o machismo e a lesbofobia.

Luana Hansen

DJ, MC, produtora musical e atriz, integrou grupos como A­-TAL e A-Força (RZO). Participou da produção Antônia: O filme (2006), de Tatá Amaral, e teve sua vida contada no documentário 4 Minas, de Elisa Gargiulo. Seu disco Marginal Imperatriz é um dos primeiros de rap a se levantar contra o machismo e a lesbofobia.

Tiely Queen

Desde 1989 envolvido nas artes como um todo. Coordena o projeto HIP HOP MULHER que vem desde 2007 na batalha. Tiely Queen é artista, cineasta, cantor/rapper, escritor, dançarino, batuqueiro. Pluralidade em ação!

RIMAS E MELODIAS

É um coletivo formado por manas que rimam e manas que cantam. Alt Niss, Drik Barbosa, Karol de Souza, Mayra Maldjian, Stefanie, Tássia Reis e Tatiana Bispo promovem um diálogo potente entre rap, r&b e neo soul, desconstruindo moldes e fortalecendo a presença feminina, sobretudo a negra, no hip hop, na música, na sociedade. Com um recorte musical incomum, o grupo surgiu nos últimos meses de 2015, quando a cantora Tatiana Bispo e a deejay Mayra Maldjian tiraram do papel a ideia de reunir minas do rap e minas do r&b/neo soul – daí o nome do projeto – para uma music session. A formação da banca foi fácil, quase por osmose: juntaram-se a elas a cantora Alt Niss, as cantoras e rappers Drik Barbosa e Tássia Reis, e as rappers Karol de Souza e Stefanie.

SAINT-HILLS

Mar Dos Santos: Saint-Hills, é o nome do jovem produtor musical, cantor e DJ que é conhecido pelo seu eletropop Brasileiro. O artista que nasceu em Brasili agora estuda e se apresenta nas cenas musicais de San Francisco, California. Ele já lançou dois singles, (Geo)graphy e FIRE que tem recebido apoio em mais de 50 países, e agora está produzindo um EP que será lançado em 2018.


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